A Palavra de Deus em Isaías 49, 16 diz: "Eis que estás gravada na palma das minhas mãos...", assim, todo o que se torna cristão, sendo, então, "configurado a Cristo" (CIC, 1272), é reconhecido como filho de Deus e Dele merecedor de seu amor, sua misericórdia, suas benécies, e, também, de suas provas e repreensões.
Ter o nome escrito na palma da mão de Deus é refletir no fato que mãos servem para abençoar (Gn 1, 28; Mc 10, 16; Lc 24, 50...), para curar (Mt 8, 3), para erguer (Lc 14, 4)), entre outros, assim como também serve para fazer justiça.
Agora, dedução minha, o que parece ocorre é que: Deus ao escrever nosso nome na palma de sua mão, o inimigo de Deus escreve o nosso nome na sola do pé, em virtude de se observar como este visa a massacrar sem piedade àqueles que aprisiona pelo pecado.
É notório observa com poucos exemplos como aqueles que se entregam ao pecado são massacrados pelo inimigo, caso dos que enveredam pelos vícios (drogas, pornografia, sexo desregrado, violência...) observe-se como para a grande maioria o fim destes é triste e lastimável. Tudo isso por que o inimigo olha para cada filho de Deus e vê a imagem de Jesus, a quem odeia com todas as forças (Jo 17, 14), logo, todo ser humano será alvo do ódio de satanás.
Assim, ao ser apanhado pelo "laço do caçador" (Sl 90, 3) ver-se-á em pouco tempo sendo "espezinhado" sem dó nem piedade, por isso que Jesus ao usar a metáfora da ovelha desgarrada (Lc 15, 1-6) que é trazida nos ombros e tem suas feridas cuidadas, mostra que ao cair em mãos inimigas as marcas deixadas serão profundas tanto físicas, como emocionais e psíquicas; no entanto, muitos ainda preferem enveredar pelo arriscado caminho de brincar com o pecado mesmo sabendo que incorre em risco grave.
Olhar para a cracolândia é um exemplo disso. Brincaram com o "leão que ruge" (I Pedro 5, 8) e foram agarrados; caíram no laço e foram aprisionados, e a visão concreta que se mostra a todos nós não é nada perto do que acontece espiritualmente. Santa Tereza D'Ávila tinha este dom: ver o que se passava no mundo físico e espiritual ao mesmo tempo, e outros santos também o tiveram, no entanto pode-se inferir que se o que se vê com aqueles homens e mulheres na cracolândia ao nível dos olhos físicos já é de entristecer o coração de qualquer cristão que tem Deus e sofre a dor do próximo, imagine se se tivesse "olhos espirituais".
Por isso que Jesus não poupou suas forças nem sua vida para buscar redimir e resgatar os filhos de Deus de tão grande lástima, pois sabe Ele e deveríamos nós, também, reconhecer que somente Nele estamos a salvo, visto que foi o próprio Senhor que afirmou: "Eu lhes dou a vida eterna: elas jamais hão de perecer, e ninguém as roubará de minha mão" (Jo 10, 28).
Infelizmente, é triste observar que tantos se lançam decididamente ao sabor das suas próprias vontades renegando a segurança da "palma da mão" de Deus para optar pelo sofrimento da "sola do pé" do inimigo, algo que o chamado neopaganismo cultua terrivelmente e tem arrastado muitos para esta triste realidade.
Deus por meio do seu Filho Jesus Cristo pela ação do Espírito Santo faça muitos acordarem, despertarem para esta realidade que Jesus já deixou claro no seu Evangelho: "Todo homem que se entrega ao pecado, é seu escravo" (Jo 8, 34), caiam em si como o filho pródigo, arrependam-se, clamem por Jesus que é o único que pode libertar um escravo do jugo do inimigo (Jo 8, 36) e trazê-lo para a segurança de suas mãos e dos seus braços acolhedores.
Tome esta decisão, você que se encontra nesta segunda realidade, clame a providência divina e seja muito mais feliz com Jesus! Deus te abençoe em nome do Nosso Senhor Jesus Cristo.
quarta-feira, 28 de maio de 2014
domingo, 18 de maio de 2014
“Operários do Amor de Deus”
As abelhas, ainda quando
larvas, não possuem distinção entre si. No entanto, quando chegam a fase
adulta, farão parte de uma das três castas (classes) existentes: rainha,
soldado ou operária.
Apesar de possuírem funções diferentes – a primeira de
procriar (gerar vida), a segunda de defender e a terceira de realizar as demais
tarefas – apresentam um aspecto que é maior que suas individualidades e as
tornam tão unidas: o bem comum, o bem de todos.
No entanto, sabe-se que sempre haverá aqueles que terão
de colaborar com um esforço maior, e neste caso trata-se das operárias. Este
grupo tem a tarefa de cuidar da “casa” (colméia), dos “bebês” (as larvas), e da
“chefe” (rainha); além disso, são as responsáveis por buscar o alimento,
prepará-lo e distribui-lo a todos.
Observando tal fato surge a pergunta: O que move, então,
as operárias a realizar tais tarefas, sabendo que essas são contínuas e
incessantes, e até a sua morte? A Biologia responderá dizendo que isto é fruto
de uma programação genética, ou seja, isto já está pré-determinado e elas
executarão sem objeção.
Quanto ao ser humano podemos observar quase que a mesma
coisa, pois também fazemos parte de uma grande “colméia” (a Igreja) onde existe
uma “rainha”, na verdade, um Rei (Jesus), existem “soldados” (o Clero) e
existem “operários” (os leigos), cada um com a sua tarefa: o Rei gerando vidas
pela graça e pela fé; os soldados defendendo o depósito da fé, e os operários
servindo aos dois primeiros, além de ir buscar as “abelhas” desviadas e
trazê-las de volta à “colméia”.
A missão do operário também deve ser contínua e
incessante, e até a morte; porém, ao contrário das abelhas não se nasce
pré-programado a realizar tais tarefas, mas é necessário ser ensinado sobre a
obrigatoriedade de exercer tal ofício. No entanto, somente o ensino não será
suficiente, mas será necessário algo que impulsione este operário a querer
realizar tão árduo e fatigante trabalho. E que “algo” é esse? Esse algo é o
AMOR! Mas não qualquer amor, mas o AMOR DE DEUS; amor que como descreve São
Paulo em I Cor 13 é paciente, é bondoso, não se envaidece, não é orgulhoso, não
espera retribuição, que serve ao próximo não pela aparência, mas pela sua
essência (por ser imagem e semelhança de Deus).
A abelha operária não faz por amor, mas o operário da
vinha do Senhor, sim; e se a messe ainda carece de operários é porque o amor
ainda é pouco, pois “o que pouco ama, pouco serve”; mas “o que muito ama, muito
serve”, e isso se potencializa cada vez mais quanto mais se doa a partir do
momento que percebe que existem necessitados de conhecer e experimentar este
amor, inclusive nós mesmos.
Conscientes, então, de que é o amor de Deus que nos
impulsiona a realizar este labor, mesmo contra a nossa vontade humana, como e onde
experimentar este verdadeiro amor? A Palavra de Deus dá a resposta em Romanos
5, 5 onde o Apóstolo São Paulo diz que “o Amor de Deus foi derramado em nossos
corações pelo Espírito Santo que nos foi dado”.
É o Espírito Santo, o Paráclito (auxílio), que cada
operário necessita para que nos convençamos que precisamos deste amor, e o
temos por que Deus é um Deus que não nos abandona; e que precisamos levar este
amor, fonte de salvação e ressurreição, para muitos que se encontram “mortos”
na esperança e na fé.
Seja,
então, pelo auxílio e força do Espírito Santo esse operário do amor de Deus;
“abelhinhas” incansáveis em servir ao grande Rei Jesus para a honra e glória do
seu Santo Nome.
terça-feira, 13 de maio de 2014
"Quem odeia seu irmão é assassino" (I Jo 3, 15)
Os noticiários dos últimos dias preenchem as telas de nossas TVs com uma modalidade de crime que, diga-se de passagem, não é algo novo, mas que passou a ser quase que corriqueiro, infelizmente. Trata-se dos vários casos de linchamento.
Primeiro o da senhora confundida com uma sequestradora de crianças que foi vitimada por uma falsa notícia propagada em um site e o resultado do triste acontecido: uma inocente barbaramente espancada e morta, um marido só e dois filhos órfãos de mãe; agora, o caso de outra senhora que, segundo dizem, por causa de um pacote de biscoitos, foi sequestrada e, também, barbaramente torturada e morta e o resultado do triste acontecido: cinco filhos órfãos.
São João foi de certo, assim mostram o seu Evangelho e suas Cartas, o apóstolo que mais entendeu que a missão de Jesus tinha como princípio fundamental a promoção, a dignificação, o resgate moral e espiritual do próximo. São João, principalmente na sua Primeira Carta deixa essa realidade patente quando no trecho de I Jo 4, 20 afirma: "Se alguém disser: Amo a Deus, mas odeia seu irmão, é mentiroso. Porque aquele que não ama seu irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê".
Nesta mesma Primeira Carta no capítulo terceiro, no versículo 14, o apóstolo faz uma afirmação digna de reflexão: "Nós sabemos que fomos transladados da morte para a vida, porque amamos nossos irmãos. Quem não ama permanece na morte." São João deixa evidente que o verdadeiro, o real sentido de ser convertido (deixar o pecado (morte) e passar (ser transladado) a ser de Cristo (Vida), não é ter visões, grandes revelações, proclamar profecias, mas compreender que amar o irmão é condição necessária para quem está verdadeiramente em Jesus. Portanto, não existe verdadeira conversão se não há amor ao próximo, por isso que o apóstolo São Paulo afirma em I Cor 13, 3: "Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que eu entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria!".
"Se não tiver caridade", se não tiver o amor de Deus, aquele que é "derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado" (Rm 5, 5), será mero ato para "aparecer", para auto-promoção, enquanto que quem deve ser promovido deve ser o irmão; Jesus não disse "Pai perdoa-lhes, por que não sabe o que fazem" (Lc 23, 34) para auto-promover-se, mas para promover, principalmente aqueles que o "lincharam" da forma mais vil.
Portanto, só existe verdadeiro sinal de transformação, se se aprende que o irmão é esta mediação necessária entre eu e Deus. Assim, ao desprezar o irmão ele torna-se objeto potencial de minhas fraquezas humanas, e até da minha desumanidade, logo, eu me torno um potencial assassino, e foi isso o que São João quis dizer: "Quem odeia seu irmão é assassino". E foi o ódio, a ausência de Deus, o desprezo ao irmão por não ver nele a imagem e semelhança do Criador que suscitou esses dois casos extremos aqui citados, assim como os tantos que já existiram, e também, os que infelizmente virão a ocorrer.
Essas duas senhoras, assim como tantos outros, são, portanto, a realidade evidente de uma geração de pessoas que ao abandonarem a fé (apostasia), abandonarem os caminhos do Evangelho, e se entregarem às suas concupiscências afundam-se na "lama dos porcos" como o filho pródigo. O desprezo do outro é um passo perigoso para a auto-destruição e aniquilação, basta ver o que está acontecendo perigosamente na Síria e na Ucrânia: são compatriotas, nascidos na mesma terra, falam a mesma língua, professam a mesma crença, mas não se identificam uns com os outros, não se reconhecem como irmãos, logo, passam a se odiarem e por fim a se matarem.
Deus livre o Brasil deste tipo de caos; que como a maior nação cristã do mundo dobremos os nossos joelhos em oração e clamemos ao Pai para que o nosso país seja um lugar de pessoas que se reconhecem como seres especiais única e exclusivamente por serem imagem e semelhança de Deus e por serem "preciosos aos seus olhos" (Is 43, 4), e por isso, serem dignas de todo respeito.
Que o sangue inocente dessa senhoras não seja nas mãos de satanás uma oferenda para que outras barbáries se sucedam, mas sejam nas mãos do Senhor Jesus um clamor por um tempo de paz e reconciliação nesta terra de Santa Cruz.
Deus te abençoe em nome do Nosso Senhor Jesus Cristo.
Primeiro o da senhora confundida com uma sequestradora de crianças que foi vitimada por uma falsa notícia propagada em um site e o resultado do triste acontecido: uma inocente barbaramente espancada e morta, um marido só e dois filhos órfãos de mãe; agora, o caso de outra senhora que, segundo dizem, por causa de um pacote de biscoitos, foi sequestrada e, também, barbaramente torturada e morta e o resultado do triste acontecido: cinco filhos órfãos.
São João foi de certo, assim mostram o seu Evangelho e suas Cartas, o apóstolo que mais entendeu que a missão de Jesus tinha como princípio fundamental a promoção, a dignificação, o resgate moral e espiritual do próximo. São João, principalmente na sua Primeira Carta deixa essa realidade patente quando no trecho de I Jo 4, 20 afirma: "Se alguém disser: Amo a Deus, mas odeia seu irmão, é mentiroso. Porque aquele que não ama seu irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê".
Nesta mesma Primeira Carta no capítulo terceiro, no versículo 14, o apóstolo faz uma afirmação digna de reflexão: "Nós sabemos que fomos transladados da morte para a vida, porque amamos nossos irmãos. Quem não ama permanece na morte." São João deixa evidente que o verdadeiro, o real sentido de ser convertido (deixar o pecado (morte) e passar (ser transladado) a ser de Cristo (Vida), não é ter visões, grandes revelações, proclamar profecias, mas compreender que amar o irmão é condição necessária para quem está verdadeiramente em Jesus. Portanto, não existe verdadeira conversão se não há amor ao próximo, por isso que o apóstolo São Paulo afirma em I Cor 13, 3: "Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que eu entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria!".
"Se não tiver caridade", se não tiver o amor de Deus, aquele que é "derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado" (Rm 5, 5), será mero ato para "aparecer", para auto-promoção, enquanto que quem deve ser promovido deve ser o irmão; Jesus não disse "Pai perdoa-lhes, por que não sabe o que fazem" (Lc 23, 34) para auto-promover-se, mas para promover, principalmente aqueles que o "lincharam" da forma mais vil.
Portanto, só existe verdadeiro sinal de transformação, se se aprende que o irmão é esta mediação necessária entre eu e Deus. Assim, ao desprezar o irmão ele torna-se objeto potencial de minhas fraquezas humanas, e até da minha desumanidade, logo, eu me torno um potencial assassino, e foi isso o que São João quis dizer: "Quem odeia seu irmão é assassino". E foi o ódio, a ausência de Deus, o desprezo ao irmão por não ver nele a imagem e semelhança do Criador que suscitou esses dois casos extremos aqui citados, assim como os tantos que já existiram, e também, os que infelizmente virão a ocorrer.
Essas duas senhoras, assim como tantos outros, são, portanto, a realidade evidente de uma geração de pessoas que ao abandonarem a fé (apostasia), abandonarem os caminhos do Evangelho, e se entregarem às suas concupiscências afundam-se na "lama dos porcos" como o filho pródigo. O desprezo do outro é um passo perigoso para a auto-destruição e aniquilação, basta ver o que está acontecendo perigosamente na Síria e na Ucrânia: são compatriotas, nascidos na mesma terra, falam a mesma língua, professam a mesma crença, mas não se identificam uns com os outros, não se reconhecem como irmãos, logo, passam a se odiarem e por fim a se matarem.
Deus livre o Brasil deste tipo de caos; que como a maior nação cristã do mundo dobremos os nossos joelhos em oração e clamemos ao Pai para que o nosso país seja um lugar de pessoas que se reconhecem como seres especiais única e exclusivamente por serem imagem e semelhança de Deus e por serem "preciosos aos seus olhos" (Is 43, 4), e por isso, serem dignas de todo respeito.
Que o sangue inocente dessa senhoras não seja nas mãos de satanás uma oferenda para que outras barbáries se sucedam, mas sejam nas mãos do Senhor Jesus um clamor por um tempo de paz e reconciliação nesta terra de Santa Cruz.
Deus te abençoe em nome do Nosso Senhor Jesus Cristo.
domingo, 16 de março de 2014
Carne e Espírito: inversamente proporcionais
Aprende-se ao estudar Física que existe no nosso cotidiano eventos como velocidade e tempo que são grandezas inversamente proporcionais, ou seja, se um aumenta o outro diminui, e vice-versa; assim, se eu quero chegar em determinado local em mais rápido, terei que, obrigatoriamente, aumentar a velocidade e assim diminuir o tempo.
As Sagradas Escrituras mostram que existem duas realidades em nós que são inversamente proporcionais: a carne e o espírito. O Apóstolo São Paulo é quem mais fez menção a essas naturezas e a impossibilidade de entendimento entre as mesmas, deixando claro que valorizar uma significará subjugar a outra; e isto está evidenciado, por exemplo, na passagem de Romanos 8, 3-6: "O que era impossível à lei, visto que a carne a tornava impotente, Deus o fez. Enviando, por causa do pecado, o seu próprio Filho numa carne semelhante à do pecado, condenou o pecado na carne, a fim de que a justiça, prescrita pela lei, fosse realizada em nós, que vivemos não segundo a carne, mas segundo o espírito. Os que vivem segundo a carne gostam do que é carnal; os que vivem segundo o espírito apreciam as coisas que são do espírito. Ora, a aspiração da carne é a morte, enquanto a aspiração do espírito é a vida e a paz."; também na passagem de Gálatas 5, 16-17 onde diz: "Digo, pois: deixai-vos conduzir pelo Espírito, e não satisfareis os apetites da carne. Porque os desejos da carne se opõem aos do Espírito, e estes aos da carne; pois são contrários uns aos outros. É por isso que não fazeis o que quereríeis."
Essas duas passagens são esclarecedoras: se valorizo um, desvalorizarei o outro; daí a importância do jejum neste período quaresmal, pois através dele submeto a carne e seus apetites, ou seja, quando me proponho a subjugar aquilo que me prende, e até escraviza, como bebedeiras, prostituição, vícios, dependência do que quer que seja, principalmente, quando esses apegos excessivos bloqueiam minha intimidade com Deus. Logo é fato: o apego à carne deixar triunfar o pecado. A quaresma, então, é uma proposta de uma reaproximação com o Senhor, é um meio de buscar fazer com que o espírito triunfe. Nesta ótica, o jejum torna-se, assim, apropriado para este período.
Na passagem do Evangelho de São Mateus 6, 16 quando Jesus ensina: "Quando jejuardes, não tomeis um ar triste como os hipócritas, que mostram um semblante abatido para manifestar aos homens que jejuam. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa.", está implícito que Ele fala da abstenção de alimentos, no entanto, a Igreja propõe que neste tempos modernos, faça-se jejum de outras coisas como, por exemplo, novelas, internet, celular, computador, etc., porém, tendo-se na mente que é um propósito de libertação daquilo que prende, vicia, escraviza, com o intuito de valorizar o espírito, e por conseguinte, aproximar-se de Deus e ter intimidade com Ele.
Primar pelo espírito requer empenho, sacrifício, penitência, daí o auxílio necessário da oração e do Espírito Santo, pois nossa vontade humana, somente, é incapaz de realizar tal libertação; daí a necessidade de se utilizar este tempo de quaresma como proposição inicial neste caminho de conversão que entre outras coisas é a renúncia ao excessivamente carnal em favor do indispensavelmente espiritual.
Deus te abençoe em nome do Nosso Senhor Jesus Cristo.
As Sagradas Escrituras mostram que existem duas realidades em nós que são inversamente proporcionais: a carne e o espírito. O Apóstolo São Paulo é quem mais fez menção a essas naturezas e a impossibilidade de entendimento entre as mesmas, deixando claro que valorizar uma significará subjugar a outra; e isto está evidenciado, por exemplo, na passagem de Romanos 8, 3-6: "O que era impossível à lei, visto que a carne a tornava impotente, Deus o fez. Enviando, por causa do pecado, o seu próprio Filho numa carne semelhante à do pecado, condenou o pecado na carne, a fim de que a justiça, prescrita pela lei, fosse realizada em nós, que vivemos não segundo a carne, mas segundo o espírito. Os que vivem segundo a carne gostam do que é carnal; os que vivem segundo o espírito apreciam as coisas que são do espírito. Ora, a aspiração da carne é a morte, enquanto a aspiração do espírito é a vida e a paz."; também na passagem de Gálatas 5, 16-17 onde diz: "Digo, pois: deixai-vos conduzir pelo Espírito, e não satisfareis os apetites da carne. Porque os desejos da carne se opõem aos do Espírito, e estes aos da carne; pois são contrários uns aos outros. É por isso que não fazeis o que quereríeis."
Essas duas passagens são esclarecedoras: se valorizo um, desvalorizarei o outro; daí a importância do jejum neste período quaresmal, pois através dele submeto a carne e seus apetites, ou seja, quando me proponho a subjugar aquilo que me prende, e até escraviza, como bebedeiras, prostituição, vícios, dependência do que quer que seja, principalmente, quando esses apegos excessivos bloqueiam minha intimidade com Deus. Logo é fato: o apego à carne deixar triunfar o pecado. A quaresma, então, é uma proposta de uma reaproximação com o Senhor, é um meio de buscar fazer com que o espírito triunfe. Nesta ótica, o jejum torna-se, assim, apropriado para este período.
Na passagem do Evangelho de São Mateus 6, 16 quando Jesus ensina: "Quando jejuardes, não tomeis um ar triste como os hipócritas, que mostram um semblante abatido para manifestar aos homens que jejuam. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa.", está implícito que Ele fala da abstenção de alimentos, no entanto, a Igreja propõe que neste tempos modernos, faça-se jejum de outras coisas como, por exemplo, novelas, internet, celular, computador, etc., porém, tendo-se na mente que é um propósito de libertação daquilo que prende, vicia, escraviza, com o intuito de valorizar o espírito, e por conseguinte, aproximar-se de Deus e ter intimidade com Ele.
Primar pelo espírito requer empenho, sacrifício, penitência, daí o auxílio necessário da oração e do Espírito Santo, pois nossa vontade humana, somente, é incapaz de realizar tal libertação; daí a necessidade de se utilizar este tempo de quaresma como proposição inicial neste caminho de conversão que entre outras coisas é a renúncia ao excessivamente carnal em favor do indispensavelmente espiritual.
Deus te abençoe em nome do Nosso Senhor Jesus Cristo.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
“Conservar a unidade do Espírito no vínculo da paz” (Ef 4, 3)
A
necessidade da unidade é parte obrigatória para o êxito de determinado projeto,
seja ele em que área for: familiar, profissional, enfim, em todas as àrea,
inclusive na espiritual. Por isso que Jesus na sua oração última com os
discípulos (oração sacerdotal), antes de ser preso e morto, faz um pedido ao
Pai: “Dei-lhes a glória que me deste, para que sejam um, com nós somos um: Eu
neles e Tu em mim, para que sejam perfeitos na unidade e o mundo reconheça que
me enviaste e os amaste, como amaste a mim.” (Jo 17, 22-23).
O Senhor é taxativo quando mostra
que o caminho do êxito da missão passa pela unidade. E não é uma unidade mais
ou menos, tem que ser uma unidade “perfeita”. E por que isso? Por que o mal
trabalha em unidade, e isto está em evidência na passagem de At 4, 27-28 na
oração de São Pedro: “Pois, na verdade, se uniram nesta cidade contra o vosso
santo servo Jesus, que ungistes, Herodes e Pôncio Pilatos com as nações e com o
povo de Israel, para executarem o que a vossa mão e o vosso conselho
predeterminaram que se fizesse.” Este trecho bíblico não deixa dúvidas que o
mal se une para combater contra Jesus e os seus, daí o povo de Deus também ter
de andar em unidade.
Antes de Pentecostes esta unidade
ainda não era evidente entre os discípulos, basta lembrar a passagem em que a
mãe de Tiago e João pede privilégios para os filhos (Mt 20, 21) o que irritou os
demais; existe, ainda a passagem da primeira aparição de Jesus após a
ressurreição onde Tomé não estava entre os demais (Jo 20, 24) porque já não cria nas promessas do Senhor;
também mostra a falta de unidade a passagem que fala de Judas Iscariotes onde
este é chamado de ladrão (Jo 12, 6).
No entanto, após Pentecostes o que
irá se observar? O texto de At 4, 42-47 em um primeiro momento fala que “todos
os fiéis viviam UNIDOS...” e em outro momento diz que todos estavam “UNIDOS de
coração...”, e o responsável por isso era o Espírito Santo. Logo, a UNIDADE da
Igreja, do Movimento da RCC, dos grupos de oração, não poderá acontecer de
forma “perfeita” senão pela ação do Espírito Santo.
O Espírito Santo é indispensável por
quê? Por que essa unidade pode até ser buscada pela via do empenho humano, no
entanto, satanás pode destruí-la facilmente, basta plantar uma inveja, uma
discórdia, uma palavra sem discernimento, e esta unidade vem abaixo. Agora,
quando esta é buscada com o auxílio do Espírito Santo não há investida maligna
que a possa destruir, pois o Espírito Santo irá sempre trabalhar para que as
invejas, as discórdias, as atitudes que possam romper essa unidade não
prevaleça. Jesus, certamente, foi auxiliado pelo Espírito Santo para contornar
a situação instalada no grupo pela proposta da mãe de Tiago e João.
Quando a Igreja, o grupo se une pela
ação do Espírito Santo caem por terras divisões, confusões, brigas, contendas,
invejas, partidos, tudo que é fruto da carne como está descrito em Gl 5, 19-21;
unidos no Espírito o grupo tem força para enfrentar o mal e as perseguições
como se vê na passagem de At 4, 29-30 e At 12, 11-12.
Essa passagem da libertação de Pedro
é pertinente, principalmente, quando se fala de liderança. É tido e sabido que,
para se destruir um grupo, basta destruir o “cabeça”, o líder. Por isso que a
unidade nasce da necessidade de se preservar a liderança, no entanto, ao
contrário disso, o que se vê são grupos indo à ruina por que irmãos se unem,
não para defender e lutar para que o líder se mantenha de pé, mas para que caia
e não se levante mais. Esta é uma prova clara que o Espírito Santo não está
guindo estas pessoas, mas somente a carne, somente a vontade humana.
Sabe-se, portanto, que a UNIDADE no
Espírito Santo é fundamental, agora, ela se fortalece, segundo mostra o
Apóstolo São Paulo, “no vínculo da paz”. Sabemos que o que une um tijolo ao
outro é o cimento; desta forma, o “cimento” que sela e faz tornar-se forte a
unidade é a paz. São Paulo era consciente que um grupo de pessoas batizadas no
Espírito Santo não perdem por completo certas características particulares,
logo atitudes e ações provocam antipatia, mal estar, daí o apóstolo exortar a
necessidade de “suportar” (Cl 3, 13) uns aos outros.
Quando cada um busca estar em paz
com o outro a unidade aflora, o Espírito Santo age com maior força e a graça de
Deus se manifesta com toda intensidade. Foi assim na Igreja primitiva, foi
assim nos primeiros séculos, foi assim diante das tantas perseguições e será
assim até a volta gloriosa do Nosso Senhor Jesus Cristo. Como exortava São
Paulo aos Coríntios: “Por fim, irmãos, vivei com alegria. Tendei à perfeição,
animai-vos, tende um só coração, vivei em paz, e o Deus de amor e paz estará
convosco” (II Cor 13, 11).
A Revelação de Deus é comunicativa, dialógica e performativa.
Deus, como Criador, nunca desejou ser distante do
homem, a criatura, mas sempre quis estar próximo, ter contato, interagir, e
agir para o bem daquele que é sua obra-prima.
Essa
verdade está evidente nas Sagradas Escrituras desde o Gênesis quando, ao criar
Adão e Eva, Deus vinha ter com eles todos os dias como está narrado na passagem
onde diz “...Senhor Deus que passeava no jardim, à hora da brisa da tarde...”
(Gn 3, 8); logo, Deus vinha encontrar-se com as suas criaturas, o que evidencia
uma proximidade.
Mesmo
após a queda de Adão e Eva pelo pecado cometido, Deus não deixou de revelar-se,
de buscar manter proximidade com o homem, e isso é constatado nas narrativas de
vários personagens bíblicos como Noé, Abraão, Moisés, Davi, Isaías, Jeremias,
dentre outros, até que um dia Ele resolve retornar a esta terra, agora na
pessoa do Filho amado: Jesus, para definitivamente, deixar mais uma vez
evidente a toda a humanidade: “Eu sou um Deus que se revela, que quer ser
íntimo e que quer ter a possibilidade de realizar transformação, mudança”.
Nesse
contexto, a narrativa bíblica que mostra o encontro de Jesus com a samaritana
(Jo 4, 1-42) fundamenta o que foi anteriormente exposto, pois o Senhor revela-se
ao tomar a iniciativa da conversa: “Dá-me de beber” (vers. 7); por isso que o
Documento 97 da CNBB, no parágrafo 10, diz que a Revelação é comunicativa, ou seja, Deus sempre toma a iniciativa em
relação ao homem como deixa claro o Catecismo da Igreja Católica. É o que se
observou no caso de Moisés ao observar aquela sarça ardente (Ex 3, 2), ou na
passagem da Anunciação quando Maria se depara com o anjo Gabriel (Lc 1, 26-28).
A
partir da comunicação Deus quer ir além de apresentar-se, mas quer estabelecer
um diálogo, daí o mesmo Documento 97 dizer que a Revelação é dialógica. Jesus estabeleceu um diálogo com a
samaritana (vers. 9-26) que, a princípio deu-se envolvida em receios e
contestações, como também aconteceu com Moisés (Ex 3, 4-15), e Maria (Lc 1, 30-38).
Tendo
a possibilidade do diálogo, Deus pode chegar onde realmente deseja: transformar
aquela vida e fazê-la capaz de ser instrumento de transformação para outros;
daí o Documento 97 dizer que a Revelação
é performativa, ou seja, tem uma capacidade de mudar, transformar; e é o
que aconteceu à samaritana quando percebeu que aquela vida de prostituição e
adultério nunca lhe trouxera alegria alguma; no entanto, as palavras de Jesus a
libertou, transformou, e essa experiência levou-a a contagiar a muitos outros
(vers. 29-30).
O
diálogo de Deus e Moisés o fez acreditar que poderia ser o libertador do povo
de Israel, e mais que um pastor de ovelhas, seria o pastor de uma nação. Também
o diálogo de Maria e Deus, na pessoa do anjo, levou-a a acreditar que poderia
ser, mais que mãe de filhos “normais”, mas ser mãe do Salvador.
Dessa
forma, como catequistas, precisamos refletir e buscar pautar as nossas ações
nessa verdade: “Deus quer se revelar a todos”, e levar a todos a crerem que
“Sou Eu quem fala contigo” (vers. 26). Assim, a nossa ação catequética
necessita caminhar no sentido de REVELAR DEUS, JESUS, àqueles que buscam a
catequese, e para isso é fundamental que cada catequista, no desempenho de sua
missão, seja, a princípio, a sarça ardente, o anjo, Jesus.
A
cada temática abordada o ideal seria o catequizando perceber no catequista, em
nós, Jesus “puxando a conversa” (fase comunicativa), Jesus “trocando idéias”
(fase dialógica), para que, a partir dali, surja naquela criança, jovem ou
adulto, um despertar para uma intimidade com o próprio Jesus. Certamente, isto
acontecendo, a consequência (assim se espera!) será a transformação, a mudança
(fase performativa). Mudança não somente da razão, mas do coração e da alma,
pois foi o que aconteceu àquela mulher à beira do poço.
Naquele
encontro, Jesus não lançou sobre ela normais e preceitos afim de humilhá-la ou
recriminá-la, mas buscou mostrá-la que, antes de tudo, era amada e preciosa
para Deus como está escrito na passagem de Isaías 43, 4. Assim, uma catequese
meramente normativa, doutrinária será enfadonha e sem atrativo, mas a partir do
momento que se torne uma catequese capaz de REVELAR um Deus que é próximo, que acolhe, que ama e
que deseja proporcionar o vida em abundância (Jo 10, 10), ainda que normativa e doutrinária, será
interessante, envolvente e atrativa.
No
entanto, para que isso passe da utopia à realidade, é imprescindível que cada
catequista busque ser íntimo do Senhor com o auxílio do Espírito Santo, pois,
se um dia Deus Pai se revelou em pessoa, depois se revelou em Cristo, agora, no
tempo da Igreja, Ele se revela por meio do ESPÍRITO SANTO. E por meio deste
Espírito teremos capacidade de dialogar com Deus e por Ele sermos
transformados. Quando isso acontece, as ações fortalecem as palavras e surge,
então, o “TESTEMUNHO AUTÊNTICO”, como nos exorta o Documento 94 da CNBB, no
parágrafo 33, quando diz: “Neste redescobrir missionário, emerge, em primeiro
lugar, o papel de cada pessoa batizada em todos os lugares e situações em que
se encontrar. Trata-se do TESTEMUNHO PESSOAL, base sobre a qual o explícito
anúncio haverá de ser construído. (...). Este, portanto, é um TEMPO DO
TESTEMUNHO!”. Este testemunho autêntico que é o que a Igreja nos cobra é o que
fará, verdadeiramente, a nossa missão ter êxito.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
"A Verdade escondida"
Convidado a pregar recebi este tema: "A Verdade escondida" a partir do texto bíblico de I João 1, 5-10 que diz: "A nova que dele temos ouvido e vos anunciamos é esta: Deus é luz e nele não há treva alguma. Se dizemos ter comunhão com ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não seguimos a verdade. Se, porém, andamos na luz como ele
mesmo está na luz, temos comunhão recíproca uns com os outros, e o
sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado. Se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se reconhecemos os nossos pecados,
(Deus aí está) fiel e justo para nos perdoar os pecados e para nos
purificar de toda iniqüidade. Se pensamos não ter pecado, nós o declaramos mentiroso e a sua palavra não está em nós."
A princípio não compreendi a relação texto-tema, mas orando ao Espírito Santo veio, então o discernimento: a Verdade sabemos que é uma pessoa, tem nome, revelou-se, e declarou isso em João 4, 16 quando afirmou: "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida..."; essa pessoa é Jesus, que como diz o texto quer ser luz, quer iluminar nossa vida, nossos passos, porém, é impedido de fazê-lo em virtude do pecado.
Caminhar na Verdade, ou seja, optar por Jesus é saber, antes de tudo, que na vida espiritual não se tem um meio termo, pois Jesus mostra isso em várias passagens quando diz que "Dizei somente: Sim, se é sim; não, se é não. Tudo o que passa além disto vem do Maligno." (Mt 5, 37), ou quando diz "Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o
outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a
Deus e à riqueza. (Mt 6, 24), dentre tantas outras citações. Assim, optar pela luz significa renegar as trevas, ou seja, optar por Jesus e o reino de Deus é renegar ao maligno e a perdição.
No entanto, ao pecarmos preterimos a luz e as trevas vão tomando lugar, e quanto mais trevas menos Jesus se manifesta, e assim, a Verdade vai tornando-se escondida. Quando as trevas sobressaem percebe-se as características daquela pessoa: raiva, inveja, rancor, maldade, orgulho, desprezo pelo próximo, insensibilidade, egoísmo..., daí São João afirmar que "se dizemos que não temos pecados, enganamo-nos...", pois as atitudes contradirão a fala.
Agora, ao contrário destes, aqueles que optam pela "Luz do mundo" (Jo 8, 12) que é Jesus, os frutos também aparecem, e João mostra no texto uma dessas características: "...temos comunhão recíproca uns com os outros...", ou seja, a caridade, o desejo de fazer o bem, de ajudar o próximo sobressai; o individualismo dá lugar ao bem comum. Além disso, os que estão na luz e que tornam Jesus visível passam a serem obedientes, tementes a Deus, e desejam fazer de tudo para não ofendê-lo.
Porém, como alcançar a luz? Como trazer este Jesus escondido à tona? A resposta está em Jo 16, 7-8 onde o Senhor diz: "Entretanto, digo-vos a verdade: convém a vós que eu vá!
Porque, se eu não for, o Paráclito não virá a vós; mas se eu for, vo-lo
enviarei. E, quando ele vier, convencerá o mundo a respeito do pecado, da justiça e do juízo."; logo, é o Espírito Santo (Paráclito) o único capaz de convencer alguém que necessita abandonar o pecado para ter comunhão com a Luz que é Jesus, pois ao acontecer esse ação do Espírito acontecerá o diz João no texto: "Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado" e a Verdade escondida tornar-se-á visível.
Portanto, clame ao Espírito Santo e que ele o (a) convença que pecados existem, trevas existem e precisam ser retiradas, e que ao acontecer isso a Verdade que é Jesus ilumine sua vida e lhe faça verdadeiramente livre e feliz.
Deus te abençoe em nome do Nosso Senhor Jesus Cristo.
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